Viajar deve ser uma experiência leve. Mas leve também a proteção certa.
Planeamos cada detalhe da viagem: os voos, os hotéis, os passeios, os restaurantes. Mas raramente pensamos no que pode correr mal.
E quando acontece — um atraso, uma mala perdida, uma queda inesperada, uma gripe num país estranho — percebemos o quanto estar desprotegido pode arruinar tudo.
Mais do que um papel ou uma formalidade, o seguro de viagem é o que permite viver o mundo com liberdade, sem medo dos imprevistos.
Quer esteja a viajar em lazer ou em trabalho, sozinho ou em família, o seguro é o que garante que, aconteça o que acontecer, não está por sua conta.
De acordo com dados da Comissão Europeia, 1 em cada 3 viajantes enfrenta algum tipo de imprevisto em viagem, desde atrasos, perdas de bagagem, acidentes ou necessidade de assistência médica.
Em países fora da UE, uma simples consulta médica pode custar entre 200€ a 500€, e uma hospitalização pode ultrapassar 5.000€ — valores que não são comparticipados pelo SNS ou pelo Cartão Europeu de Saúde.
A APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) e o Ministério dos Negócios Estrangeiros destacam que o número de portugueses com problemas de saúde ou acidentes no estrangeiro tem vindo a aumentar, e a falta de seguro dificulta o apoio consular e encarece o processo de repatriamento.
Muitos países exigem já seguro de viagem obrigatório (como EUA, Cuba, Rússia, Argélia, entre outros), sem o qual a entrada pode ser negada.
Viajar é um privilégio. Estar protegido, uma escolha inteligente.


